Round 1000 – Agrotóxicos versus abelhas

Como já noticiamos outras vezes, os agrotóxicos tem se revelado cada vez mais nocivos às abelhas, os mais importantes insetos polinizadores das culturas agrícolas. Até quando isto vai continuar???? 

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Pesticidas comuns diminuem sucesso de alimentação e ameaçam sobrevivência das abelhas

Pesticidas põem colônias de zangões em risco – Pesticidas agrícolas estão matando zangões e prejudicando a habilidade deles para se alimentar. Assim, colônias vitais para a polinização das plantas podem vir a não desempenhar as suas tarefas, mostrou um estudo divulgado neste domingo.

As Nações Unidas estimam que um terço de toda a alimentação baseada em vegetais depende da polinização das abelhas, e cientistas têm se mostrado perplexos pela redução do número de abelhas principalmente na América do Norte e na Europa, em anos recentes.

No estudo [A Common Pesticide Decreases Foraging Success and Survival in Honey Bees] divulgado neste domingo, cientistas britânicos afirmaram que expuseram colônias de 40 zangões, abelhas maiores do que as mais comuns, aos pesticidas neonicotinoide e piretroide durante quatro semanas, em níveis semelhantes aos que se dão nos campos.

Os neonicotinoides são produtos químicos semelhantes à nicotina usados para proteger uma série de culturas de gafanhotos, pulgões e outras pragas.

“A exposição aumenta a mortalidade, o que reduz o desenvolvimento e o sucesso da colônia”, escreveram os cientistas num artigo na revista científica Nature. Exposição a uma combinação de dois pesticidas “aumenta as chances da colônia fracassar”, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Londres.

Um relatório das Nações Unidas de 2011 estimou que as abelhas e outros polinizadores, como besouros e pássaros, realizam um trabalho que valeria 153 bilhões de euros por ano.

“Acho que o declínio das abelhas é como um quebra-cabeças, com provavelmente um monte de peças para serem encaixadas. Essa é provavelmente uma peça muito importante”, afirmou à Reuters Richar Gill, autor principal da pesquisa.

Fonte: Ecodebate e Agência Reuters

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