Documento aponta que tipo de agricultura usada no Brasil não é sustentável

Grasielle Castro, do Jornal Correio Braziliense

Encher um prato de frutas, legumes e verduras não necessariamente é sinal de saúde. Esse é o alerta que a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) faz hoje na Rio+20. A segunda parte do dossiê Um Alerta sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde, que será lançada no Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, da Cúpula dos Povos, tem a intenção de desmistificar que a agricultura só é possível com o uso de agrotóxicos. Segundo o material, o modelo usado no Brasil não é sustentável e, em vez de levar nutrientes para o prato, leva resíduos de veneno.

Os dados mostram que o gasto com incentivos ao agrotóxico e a isenção de impostos não compensa. “Se fosse investido o que se gasta com agrotóxico na agroecologia, o resultado seria o mesmo. Gasta-se com o incentivo em uma ponta e perde-se na saúde. Se o governo equalizar os gastos, vai ver o tanto que o Sistema Único de Saúde sai perdendo”, adverte um dos responsáveis pela pesquisa e chefe do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília, Fernando Carneiro.

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