CPT – Toxina nas plantas transgenicas atrapalham o crescimento das plantas

Um tipo de toxina inseticida presente nas plantas transgênicas de tabaco e de algodão afeta negativamente o crescimento e o desenvolvimento das próprias plantas, revelou estudo de pesquisadores indianos publicado recentemente no Journal of Biosciences.

 (Por um Brasil sem transgênicos)

As plantas que expressam níveis da toxina Bt (Cry1Ac) elevados o suficiente para controlar insetos pragas crescem e se desenvolvem de forma inferior e têm maior probabilidade de apresentar anormalidades. Lembre-se que essas plantas foram geneticamente modificadas justamente para controlar insetos. Já as plantas que expressam níveis mais baixos da toxina Bt, e portanto não controlam as pragas, crescem e se desenvolvem melhor e têm menor probabilidade de apresentar anormalidades.

Três variedades de algodão transgênico contendo essa toxina foram aprovadas para cultivo comercial no Brasil: Widestrike, da empresa Dow, Bollgard II, da Monsanto, e MON 531 x MON 1445, também da Monsanto.

As imprecisões dos métodos de transformação de plantas, eufemisticamente chamados de “engenharia genética”, não permitem que as doses necessárias da toxina sejam obtidas de forma rotineira, apesar das modificações em seus genes para melhorar sua expressão.

Diversos experimentos foram realizados em algodão com diferentes versões do gene Cry1Ac. Os resultados mostraram que a maioria das plantas não expressou nenhum nível da proteína. Estudos moleculares ainda mostraram que se por um lado um número significativo de linhagens não continha a toxina, por outro elas continham o gene marcador de resistência a antibiótico nptII. A presença desses genes nas plantas transgênicas foi desde sempre listada entre as principais preocupações do ponto de vista da segurança do alimento.

Segundo os pesquisadores, o problema foi contornado ao se inserir a proteína modificada no cloroplasto da planta, fazendo aumentar seus níveis de expressão.

Os transgênicos são no geral aprovados com base em suposições de que tudo ocorrerá conforme o esperado, pois acredita-se que todo o processo seja amplamente dominado. A realização de estudos, planos de monitoramento e rotulagem é então combatida lançando-se mão do falso silogismo de que se a planta em seu estado natural é segura e se a bactéria Bt em seu estado natural também é segura, logo a planta transgênica que contém uma cópia quimérica dos genes da bactéria também será segura. Há, entretanto, fartura de estudos e evidências práticas mostrando o contrário. Mas foi essa a lógica que guiou todas as liberações de transgênicos no Brasil até hoje.

Um tipo de toxina inseticida presente nas plantas transgênicas de tabaco e de algodão afeta negativamente o crescimento e o desenvolvimento das próprias plantas, revelou estudo de pesquisadores indianos publicado recentemente no Journal of Biosciences.

 

(Por um Brasil sem transgênicos)

As plantas que expressam níveis da toxina Bt (Cry1Ac) elevados o suficiente para controlar insetos pragas crescem e se desenvolvem de forma inferior e têm maior probabilidade de apresentar anormalidades. Lembre-se que essas plantas foram geneticamente modificadas justamente para controlar insetos. Já as plantas que expressam níveis mais baixos da toxina Bt, e portanto não controlam as pragas, crescem e se desenvolvem melhor e têm menor probabilidade de apresentar anormalidades.

Três variedades de algodão transgênico contendo essa toxina foram aprovadas para cultivo comercial no Brasil: Widestrike, da empresa Dow, Bollgard II, da Monsanto, e MON 531 x MON 1445, também da Monsanto.

As imprecisões dos métodos de transformação de plantas, eufemisticamente chamados de “engenharia genética”, não permitem que as doses necessárias da toxina sejam obtidas de forma rotineira, apesar das modificações em seus genes para melhorar sua expressão.

Diversos experimentos foram realizados em algodão com diferentes versões do gene Cry1Ac. Os resultados mostraram que a maioria das plantas não expressou nenhum nível da proteína. Estudos moleculares ainda mostraram que se por um lado um número significativo de linhagens não continha a toxina, por outro elas continham o gene marcador de resistência a antibiótico nptII. A presença desses genes nas plantas transgênicas foi desde sempre listada entre as principais preocupações do ponto de vista da segurança do alimento.

Segundo os pesquisadores, o problema foi contornado ao se inserir a proteína modificada no cloroplasto da planta, fazendo aumentar seus níveis de expressão.

Os transgênicos são no geral aprovados com base em suposições de que tudo ocorrerá conforme o esperado, pois acredita-se que todo o processo seja amplamente dominado. A realização de estudos, planos de monitoramento e rotulagem é então combatida lançando-se mão do falso silogismo de que se a planta em seu estado natural é segura e se a bactéria Bt em seu estado natural também é segura, logo a planta transgênica que contém uma cópia quimérica dos genes da bactéria também será segura. Há, entretanto, fartura de estudos e evidências práticas mostrando o contrário. Mas foi essa a lógica que guiou todas as liberações de transgênicos no Brasil até hoje.

Link direto em: http://www.cptnacional.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=667%3Atoxina-nas-plantas-transgenicas-atrapalham-o-crescimento-das-plantas&catid=13%3Ageral&Itemid=54

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